Uma temática bastante atual: o transtorno de ansiedade social, também conhecido como Fobia Social. Provavelmente a forma mais comum de desordem de ansiedade existente.

Na verdade é tão comum que se supõe atingir algo em torno de 20% da população (de uma forma ou de outra). Além disso, este transtorno pode afetar qualquer pessoa, desde uma dona de casa até uma pessoa de renome.

Artistas famosos que passaram anos expostos ao público – de Barbra Streisand a Kim Basinger – falaram publicamente de sua experiência e recuperação da fobia e ansiedade social.

Na realidade, os efeitos da fobia social podem ser muito debilitantes e muitas vezes devastadores. Geralmente sintomas físicos estão associados ao transtorno. Estes podem incluir rubor e sudorese, tremores, aumento da freqüência cardíaca, gagueira e náuseas. Nos casos mais graves, a pessoa pode sentir tonturas como se estivesse prestes a desmaiar.

Estes efeitos catastróficos fortalecem ainda mais o medo. O medo concreto por trás desta desordem é com frequência o temor de ser avaliado e julgado negativamente por outras pessoas.

Esse medo pode forçar o indivíduo a ficar com aversão e pavor de fazer qualquer coisa que tenha o potencial de ser embaraçoso para si em público.

Entre as formas mais comuns estão o medo de interação social, o medo de lidar com autoridades, o medo de falar ou se apresentar em público, o medo de exames e o medo com relação ao desempenho sexual.

Em grande parte esta barreira interna tem sua origem na infância. De fato, a Associação Mundial de Psiquiatria (WPA) calcula que algo em torno de 40% de todas as fobias começam antes dos 10 anos de idade, e 95% antes dos 20 anos de idade. Este é geralmente o caso, mesmo quando os sintomas reais não se tornam penosamente aparentes até mais tarde na vida.

Sem tratamento adequado, a pessoa pode desenvolver depressão e até mesmo buscar o álcool e as drogas a fim de lidar com o problema.

Normalmente, a solução médica para o transtorno de ansiedade social é a administração de fármacos, sobretudo os ansiolíticos – em especial os medicamentos do grupo dos inibidores seletivos da recaptação da serotonina (SSIRs), tais como a paroxetina (Paxil ou Seroxat).

Quando a psicoterapia é indicada, aplica-se a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC).

Embora ambos os tratamentos possam oferecer um certo grau de alívio para alguns pacientes, a ênfase tanto de um quanto do outro é em controlar os sintomas em vez de realmente tratar e eliminar as causas encobertas.

No entanto, existe outro caminho alternativo às propostas atuais. A mente subconsciente (o repositório de crenças) está simplesmente tentando proteger o indivíduo do perigo, gerando sentimentos de ansiedade e medo para que a pessoa fique livre de quaisquer danos.

Evidentemente, a mente subconsciente interpretou a situação de maneira errada, pois está baseando a sua resposta em condicionamento prévio que simplesmente não é o mais apropriado.

Com as técnicas e estratégias da hipnoterapia contemporânea, pode-se chegar ao subconsciente, onde os sentimentos negativos são produzidos, e reestruturar as crenças equivocadas que são responsáveis por manter e executar o programa.

Logo que for implementada, os sintomas – fobia social e ansiedade social – se extinguem porque não há nada mais ali para impulsioná-los.

Enfim, com técnicas da hipnoterapia, é possível ser restituído à sua verdadeira essência e liberado permanentemente da ansiedade e do medo.

Artigo escrito pelo Vidente Clayton  José Clayton Donizetti Vieira  |     09/01/2017 - 00:05:42 hs.  |   Artigos metafísicos, científicos e esotéricos  34º artigo

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